A vontade incontrolável de comer, pensamento obsessivo de que precisa mastigar, a frustração quando não come o que deseja e as alterações no humor pela falta do doce, são exemplos de situações onde você pode se perguntar se está viciado ou não em comida.
Essa preocupação é válida, e neste artigo você poderá conferir a resposta.

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Para responder a isso vamos fazer uma comparação:
Muitas pessoas consomem bebida alcoólica, certo? .
Mas isso não quer dizer necessariamente que elas sejam alcoólatras.
Muitas pessoas, esquecem até que o álcool é considerado uma droga e que por isso é preciso cuidado no consumo, mesmo que seja de maneira “recreativa”.
Quando um vício começa
O álcool passa a ser um vício quando o indivíduo começa a perder a noção da quantidade e a frequência que ingere a bebida, e acha que está tudo sob controle.
Então, quando percebe já começou a perder dia de trabalho por causa da bebida, não consegue manter uma rotina de estudos, e o álcool começa a fazer parte da rotina do indivíduo.
Os amigos verdadeiros começam a se afastar, oportunidades são perdidas, e o sujeito vai se sentindo cada vez mais deprimido e dependente da bebida.
Porque quando ele bebe é como se os problemas desaparecessem, mesmo que seja só por alguns instantes.
É preciso cuidado com as válvulas de escape para os problemas.
As causas pelas quais uma pessoa vai deixando o álcool tomar controle da sua vida, são quase sempre, por questões emocionais, das quais ela não sabe lidar ou não consegue resolver.
O álcool se torna uma válvula de escape, assim, como é a comida para muitas pessoas. Então ela pode beber por que brigou com o namorado, por que teve um dia difícil no trabalho, por que “merece” depois de um dia cansativo.
Bebe também, por que está triste e se sentindo sozinho, por que está feliz e precisa comemorar. Ou seja, QUALQUER coisa é um motivo para beber.
A semelhança entre os vícios.
Veja como a comida também pode se tornar um objeto de vício, de forma parecida com o álcool.
O indivíduo que é viciado em comida, para de prestar atenção no que ingere, na quantidade e na frequência. Come quando está triste, com raiva, com medo, ou feliz, (para suprir uma necessidade emocional, como no álcool).
Automaticamente, o corpo começa a mudar e muitas vezes nem percebe, e quando percebe, está com a saúde no limite, sua mobilidade é reduzida, não se sente mais à vontade de ir em lugares que gostava. Muitas vezes se isola e a comida passa a ser sua única fonte de prazer.
O que também acontece, é que a pessoa tem medo de comer em público e ser julgada, e ao mesmo tempo vai se tornando ainda mais carente e dependente emocionalmente dos alimentos.
Consequências …
O vício na comida é tão intenso que as pessoas podem ter dois tipos diferentes de reações:
- A primeira, é pensar que nada mais importa, que está tudo bem comer o quanto quiser, há uma aceitação da mudança na sua forma física, a questão estética já não importa tanto.
- A segunda é que, ao identificar o ganho de peso desenfreado, a pessoa começa a se odiar ou fazer loucuras para tentar emagrecer de forma rápida. E se sente fora de controle quando come e tem a sensação de incapacidade de mudar.
Mas independente de como a pessoa reaja ao seu vício pela comida, é certo que as consequências da obesidade começarão a aparecer, e ou a pessoa muda ou ela vai viver uma vida limitada por causa da péssima saúde.
Conclusão
Então, sim existem pessoas viciadas em comida, e que sofrem por não conseguir controlar o ímpeto de comer compulsivamente.
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UM BEIJO E ATÉ MAIS …




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